Copa do mundo tem tanta coisa boa n’é?

Tem futebol, tem mulheres, tem a porra daquelas vuvuzelas, tem o bolão do C.A de comunicação…

E tem esse monte de gente diferente de todos os cantos do mundo reunidos em um só lugar!

Nome é uma coisa interessante, cada cultura cria uma fonética, uma maneira de escrever e de inventar nomes. Pensando nisso eu resolvi separar os nomes de alguns jogadores da copa baseado nos estereótipos que cada país tem, e acredito que o resultado tenha saido muito interessante!

Espero que gostem!

Francisco RODRIGUEZ MéxicoFrancisco RODRIGUEZ México

Rodolfo GAMARRA ParaguaiRodolfo GAMARRA Paraguai

Deco PortugalDeco Portugal

Amado GUEVARA HondurasAmado GUEVARA Honduras (cara de nordestino da porra)

Wayne ROONEY InglaterraWayne ROONEY Inglaterra

Federico MARCHETTI ItáliaFederico MARCHETTI Itália

Shunsuke NAKAMURA JapãoShunsuke NAKAMURA Japão

Jon Dahl TOMASSON DinamarcaJon Dahl TOMASSON Dinamarca

Radoslav ZABAVNIK EslováquiaRadoslav ZABAVNIK Eslováquia

Pedro EspanhaPedro Espanha

Michael BRADLEY EUAMichael BRADLEY EUA

Mathieu VALBUENA FrançaMathieu VALBUENA França

Georgios KARAGOUNIS Grécia

Georgios KARAGOUNIS Grécia

 Rafael VAN DER VAART HolandaRafael VAN DER VAART Holanda

Alexis SANCHEZ ChileAlexis SANCHEZ Chile

KIM Kyong Il Coréia do NorteKIM Kyong Il Coréia do Norte

Gilberto SILVA BrasilGilberto SILVA Brasil

Siphiwe TSHABALALA África do SulSiphiwe TSHABALALA África do Sul

Hans Joerg BUTT AlemanhaHans Joerg BUTT Alemanha

Rafik SAIFI ArgéliaRafik SAIFI Argélia

Carlos TEVEZ ArgentinaCarlos TEVEZ Argentina

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Conheci o Zé no Exército, mais especificamente na cozinha da sétima brigada da Federação que ficava ao norte da Coréia do Sul, em Gangwon-do.

Gangwon-do, Norte da Coréia do Sul

Gangwon-do, ficava ao Norte da Coréia do Sul

Lavamos muitos pratos pelo nosso país, mas enganam-se aqueles que dizem que nunca participamos de um combate armado, pois foi num momento desses que nossa amizade se consolidou.

Eram tempos difíceis, estávamos em guerra com metade do mundo. Quando a base foi invadida pela ofensiva norte-coreana, agüentamos 22 dias e 21 noites de dentro da dispensa da cozinha até que as tropas aliadas chegassem.

Um dos momentos mais complicados de nossa guerra. Eles tinham tanques

Um dos momentos mais complicados da batalha. Eles tinham tanques

Nossas únicas armas de defesa eram óleo de fritura e coquetéis molotov feitos à base álcool etílico. Fazíamos um bom estrago, em poucos dias já tínhamos conseguido montar barreiras flamejante em volta da cozinha e destruir a comunicação deles.

Propagandas da época

Propagandas da época

Na madrugada do dia 22, nosso último dia de resistência, havia acabado o álcool etílico e nossas vidas estavam na difícil decisão de utilizar ou não as garrafas de rum para fazer mais molotov.

Á beira do desespero, Zé se abraçou nas garrafas de rum e falou que morreria por seu ideal. Eu estava emocionado por isso, mas prezava pela nossa segurança. Por sorte as forças aliadas chegaram, salvando a mim, o Zé e as garrafas de rum.

Depois do épico dia que fomos salvos, recebemos informações que a guerra havia acabado fazia duas semanas, e só ali, onde os exércitos estavam sem comunicação, a batalha perdurava.

Depois da boa notícia, a Federação concedeu-nos férias numa ilha paradisíaca do pacífico Sul, e graças ao espírito de coragem e luta que o Zé sempre demonstrou no campo de batalha, rum não faltou nas nossas férias.