Li esse artigo nesse site e achei muito válido para aspirantes à roteiristas como eu, pois fala de histórias padrões para qualquer filme, que podem garantir um público interessado em assistir o filme até o final. O artigo estava em inglês estão tive que traduzir, espero que gostem do texto e que minha tradução não tenha ficado tão ruim.

As cinco histórias básicas que podem otimizar o seu discurso.

Traduzido do artigo de Nick Morgan (12 de Maio de 2010)

A cultura a que todos estamos imersos pode ajudar o palestrante diante de uma platéia a ter um discurso convincente – algumas histórias que já estão prontas no inconsciente de qualquer platéia. Usar estas histórias garantirá ao seu discurso força para conectar imediata e profundamente qualquer audiência.

Há cinco histórias básicas: a busca, o estranho em um lugar estranho, o pobre que se torna rico, a história de amor e a vingança.

A busca

As pessoas se interessam pela busca porque sempre se identificam com o herói e sabemos como a história termina. Cuidamos do nosso próprio negócio e vivemos uma vida normal até que algo chega para virar nossa vida de cabeça pra baixo. O império mata nossos tios e somos forçados a sair do conforto do nosso ambiente para encontrar Obi-Wan Kenobi. Ao longo do caminho, encontramos um mentor, alguém que tem um importante conhecimento como lutar com sabres de luz e que nos treinará para ter essa habilidade. Passamos por aventuras apavorantes, testes e obstáculos feitos para revelar nosso valor. Nós seguimos em frente, porque sabemos que no final teremos a esperada recompensa, que será algo muito legal, como o Santo Graal, um pote de ouro ou um reino inteiro.

Buscas são histórias certas para quando seu público precisa trabalhar duro para conseguir algo, e você tem que prepará-los para superar a decepção e continuar, não desistir no primeiro desafio.

O estranho em um lugar estranho.

O estranho que chegou a um lugar novo, talvez um país estrangeiro ou a um novo planeta, e tem que aprender as regras, a língua, antes que algo faça isso primeiro. Esta história fala sobre autoridade e é útil para quando precisar contar algo sobre confrontar uma nova economia ou situação onde as regras mudaram e modos antigos não funcionam mais. A história do estranho em um lugar estranho prepara seu público para alcançar a autoridade.

O pobre que se torna rico.

Essa história já é conhecida por quem já ouviu o conto do valente alfaiate que com um feijão mágico e bastante inteligência derrotou o gigante e ganhou um castelo com muito ouro. É uma boa história para contar a pessoas normais que querem um dia ter sucesso.

Empresários e pequenas empresas convivem tanto com esse tipo de história que provavelmente não têm idéia disso.

A história de amor.

Meninos que encontram meninas e se apaixonam. Um menino que arranja uma namorada, mas por algum motivo a perde e tem que lutar para consegui-la de volta. Essa forma de história já é conhecida para quem assistiu alguma comédia romântica Hollywoodiana ou leu uma novela romântica. Histórias de amor estão presentes nos negócios atualmente, como em fusões e parcerias entre empresas. Assim como um romance, haverá problemas, e essas empresas terão que aprender com os altos e baixos ao longo do caminho para que não se separem e cresçam.

A vingança.

Histórias de vingança imediatamente nos fascinam e ao mesmo tempo nos deixam desconfortáveis. Elas são confusas e mechem com emoções que não gostamos de admitir, mas são muito poderosas. Vingança é um grande caminho para que funcionários demitidos resolvam montar uma empresa para competir… e podem até se destacar mais.

Use essas histórias para fazer com que seu público rapidamente entenda seu ponto de vista. Não seja explícito a ponto de dizer que você está fazendo isso, apenas siga essas fórmulas que você conseguirá a atenção deles. Elas são tão poderosas porque fazem parte de cada cultura e seu público não perceberá quando você utilizar dessa estratégia, pois pensarão que o que você está dizendo é como deve ser.

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Uma das versões que explicariam o surgimento da expressão “Nerd” surgiu no final da década de 50, onde alguns estudantes do MIT (Massachussets institute of technology ou Instituto de Tecnologia de Massachusetts; em português) teriam o hábito de chamar outros estudantes mais aplicados de knurd, (palavra escrita ao contrário de drunk, que em inglês significa bêbado) “fazendo uma clara analogia inversa sobre aqueles que não estudam e ficam bêbados em oposição aos que estudam e não se embriagam”. Há alguns que dizem que esse mesmo termo derivado do knurd veio da RPI (Rensselaer Polytechnic Institute ou em português: Instituto politécnico de Rensselaer). Segundo Pereira, o termo Nerd surgiu no Canadá, em um departamento da companhia Northern Electric (atual Nortel) chamado Northern Electric Research and Development (NERD), onde os cientistas dedicavam horas e ás vezes passavam noites acordados no laboratório estudando e pesquisando.

Desde então esse termo foi estereotipado às pessoas que não tinham vida social e dedicavam toda a sua existência ao estudo. Nas décadas de 80 e 90, através dos filmes com temática adolescente, o preconceito com essas pessoas atingiu seu auge, fazendo com que ninguém tivesse o interesse em ter esse estereótipo intelectual conseqüentemente anti-social.

Com a popularização da tecnologia no final da década de 90, o termo Nerd foi sendo substituído pelo Geek, na qual o interessado em tecnologia teria também uma vida social. Esse termo também pode ser desmembrado em várias sub-categorias, destacando-se: o propriamente dito Geek, interessado em tecnologia, ciência e informática, o gamer, que corresponde aos aficionados por jogos eletrônicos, os Fanbase ou Fandom[1], que são indivíduos fãs de uma determinada obra cultural, como programas de televisão, séries, filmes, literatura ou quadrinhos.


[1] Palavra originada do termo “Fan Kingdom”

Essa foi idéia do meu amigo Vitor Torres, gostei tanto que resolvi espalhar a idéia. espero que curtam!

Fui entrar no msn hoje pra ver meu e-mail.

É, eu sei, também é só colocar o endereço pela internet. Mas quando eu to com preguiça eu entro no meu e-mail por aquela janela de “Hoje no msn” que em uma das abas dá pra ver direto as mensagens do e-mail.

Enfim, esqueci de ver minha caixa de e-mail porque acabei lendo uma inusitada reportagem de um gringo que ganhou um milhão de dólares por bater o record de um jogo de baseball! Fez um algo impossível, coisa que nem o pessoal que criou o jogo havia feito. Pois é, dar um milhão parece ser uma boa maneira de fazer a propaganda de um jogo, todo mundo correu comprá-lo.

Depois que eu li a matéria, havia outra falando sobre os novos jogos de pokemons lançados: Heart Gold e Soul Silver, nada mais do que remakes do Gold e do Silver com novidades para os nostálgicos jogadores de pokemon. Pra ser sinsero, acho incrível como os produtores dessa série continuam a inovar nos mesmos jogos de pokemon pra game boy color, advanced e agora com o nintendo DS. Admira-me ainda mais o fato que eles não fizeram um MMORPG pra franquia até agora. Tem um monte de nerd (não estou sendo preconceituoso, pois me considero nerd também) fazendo jogos muito bacanas, tipo o http://www.pokemonworldonline.net/ e o http://www.pokemononline.com.br/, o último foi feito com engine de tibia, o que eu achei genial. tem um outro em 3D, que eu não consegui achar o link do site, mas achei uma foto.

Porra, faria o maior sucesso, disseram em 2008 que a Nnooo estava negociando com a nintendo, mas tá mais pra boato. No fim das contas, fãs de pokemon estão sentido falta disso. Parece que o pessoal da Nintendo se interessa em criar outros tipos de novidades, que a propósito já tem tamanho: a de uma tampa de repelente (aff, que comparação! mas foi o mais perto do tamanho do negócio que eu consegui imaginar… melhor voltar a noticia).
A notícia do pokemon era sobre esses novos apetrechos dos jogos para DS (heart Gold e Soul Silver) que era um tal de Pokewalker, parecido com um tamagochi (aquelesbichinhos virtuais), a idéia é passar seu pokemon do console para o brinquedo em forma de pokebola e levá-lo para onde quiser.  Em síntese, era fazer opokemon treinar enquanto você andava, como um passeio com seu cachorro, mas só que sem cachorro e até certo ponto sem preocupação do bichinho virtual 2.0 morder alguém.

Então a lógica era andar, quando mais andava, mais o animal ficava bonzão.

Aí que vem a genialidade do ser humano, um inglês inventou uma máquina para simular o andar do treinador.

E você se pergunta, pra quê?

Acredito que todas as pessoas do mundo tenham curiosidade, umas mais outras e menos é claro, mas umas chegam ao extremo e tem curiosidade de ter curiosidade, quase que uma metacuriosidade.

Acho que não é meu caso.Longe disso.

Onde eu quero chegar? Uma que eu quero dizer que estava com curiosidade de entender um pouco da História e Geografia da Europa. Outra que o título “metacuriosidade” não tem lá muito significado pra essa história, não é mais do que um título para se começar uma história, e a história que eu quero descobrir vai longe, algo que começa com as invasões bárbaras, vai até William Wallace, pega um pouco da história medieval, a destruição dos livros muçulmanos de uma das bibliotecas de alexandria, passa pela guerra santa e os cruzados e termina no Ipod. Eu espero. Essa pretende ser uma série de curiosidades ou não da Europa, espero que eu goste de escrever, acredito que gostar de escrever é o primeiro passo pra que você goste de ler.

Hoje eu queria começar a entender em que diabos do mapa está a escócia, bom, sei que sua capital é Edimburgo, que lá vive o monstro do Lago Ness (Elasmosaurus Nobilis), que ela faz parte do Reino Unido, onde também estão País de Gales, Inglaterra e Irlanda do Norte, mas e aí? É só isso que sei, tenho que pesquisar mais!

Descobri que esse país fica ao norte da Inglaterra. Parece que a escócia tem pelo menos 22 conjuntos de ilhas, uma delas são as Órcades (que tem aproximadamente mais 70 ilhas), colonizadas pelos pictos e vikings. Lá produzem entre outras coisas, lã, queijo, wiski (que nunca deve faltar se tratando de escocêses) e cerveja. A Lã e o queijo são tradicionais muito em função do clima ameno e da natureza das ilhas, próprios para a vida campestre, facilitando a criação de ovelhas e rebanhos de gado.

As ilhas eram habitadas há mais de 5500 anos, e por volta do ano 800 os Vikings invadiram o lugar em moravam os Pictos. Viking na área é tipo, FAIL.

Voltando à Escócia, ela contém uma das maiores reservas de petróleo da Europa, inclusive nas ilhas Órcades, que também ganham dinheiro vendendo o outro negro para os pilotos de fórmula 1.

A história da Escócia começou justamente pelos pictos e Escotos (Escoto que deu futuramente ao país o nome de Scotland), única parte do Reino Unido não dominada pelos Romanos, sim, os caras chegaram longe! Mesmo não sendo conquistadas pelos romanos, os nossos bravos companheiros do Coração Valente demoraram pra conseguir uma certa independência da Inglaterra. E só com muita pressão criou-se em 1707 o Reino Unido.

Geografica e Cinematograficamente falando, o que mais me chamou minha atenção são as montanhas ao norte da Escócia, as highlands, maiores montanhas do Reino Unido e que por acaso acho que influenciaram o filme do Highlander, já que ele é da escócia também. São nas Highlands a menor densidade populacional, de apenas 8 habitantes por km² (se comparados à média nacional de 64 hpkm²).

No fim das contas eles são reconhecidos mesmos pela famosa saia, ou Kilt (surgido no século XVI) que a machaiada adora, dizem que pra refrescar as partes íntimas não há nada melhor. Nem perguntei se eles usam queca nessas horas, nem é legal também perguntar, prefiro ficar na dúvida ao saber que o sino balançava.

Eu já ouvi falar muito de homens que brigam por amor, triângulos amorosos, amigos de infância ou mesmo irmãos que se matam por mulheres de seios fartos, daqueles difíceis de um homem ignorar. Mas o contrário nunca tinha me ocorrido, eu diria até que nem nossos hermanos mexicanos mais talentosos e criativos seriam capazes de bolar uma novela com uma trama tão inesperada como a que aconteceu com um pacato camarada meu. Ele meio que dividia o pão com a turma, se é que vocês entendem.

Tranqüila cidade do interior, festinha na casa da turma. Lá pelas altas horas da noite um ser acanhado se apaixona por uma linda garota (gostosa) dos cabelos lisos e bundinha arrebitada. Aquela clássica cena Hollywoodiana: olhares se cruzam, a menina ajeita os peitos, o menino puxa respiração, ensaia um primeiro passo e chega até ela:

– Ah… Oi… é.. Que horas são?

A menina vira para ele e dá, como já dizia meu amigo sharoleiz, o típico golpe do tamanduá: com um dos braços estendidos, puxa o alvo pelo pescoço e lasca um beijo “caliente”. Essas meninas de hoje em dia são “muito pra frente” já diria o tiozinho que entrega marmita aqui pra firma.

Os dois ficam algumas horas naquele amasso tipicamente latino até que um oportunista amigo chega.

– Ô cara, posso dar um “selinho” na sua namorada?

A menina solta um “oh” e olha assustada para seu novo parceiro, que responde.

– Ah.. Claro.

FAIL

A menina difere um outro golpe do tamanduá. Só que dessa vez foi no “amigo”

Alguns passos mais à frente, um ser muito bêbado corre desesperado por toda a casa.

– Minhas mãos, minhas mãos!

Ele pára de correr quando chega numa mesa de truco, onde uma das participantes era por acaso a dona da casa.

– Que aconteceu cara?

– Minhas mãos! Não consigo abri-las!

Ele mostra as mãos fechadas comprovando a veracidade dos fatos. Para o desespero da dona da casa.

– Ave Maria! Peraí, vou tentar abrir uma.

Parecia não importar a força, a mão continuava fechada. Quando conseguia distorcê-la logo ela voltava a se fechar. A menina então sai correndo desesperada.

– Tem um cara morrendo na minha casa e eu não sei o que fazer! Eu não posso me responsabilizar, meu pai me mata!

Enquanto a menina corria de um lado, o menino corria para o outro. Não sei o que aconteceu com ela, mas ele acabou acordando no outro dia no quintal da casa, mais especificamente na casinha do cachorro…

…Com as mãos abertas.

Música da copa do Mundo e a Coca Cola.

Pois é… Páscoa, almoço com a família, meus tios jogando pontinho, os primos pequenos correndo pela casa e se machucando e as tias papeando. Nesse meio de confusão lá estava eu assistindo meu Kurintha de Kalunga enfrentando o Itu quando meu primo me chama pra ver um vídeo no youtube “muitooo loko”.

Era a música tema da copa do Mundo da África, ele queria me mostrar o show especificamente e como todas aquelas pessoas na platéia dançavam perfeitamente sincronizados “nossa cara, como todo mundo tá dançando igual assim, nossa! Parece até que combinaram”

O que me chamou atenção mesmo era a música e o tema bem “cocacolês”. Lembrei ( não por causa da coca mas dos temas de musica) da copa do mundo de 98, que quem tocava era o pessoal Chumbawamba (do I Get Knocked Down), adorava aquela música, na época eu tinha o jogo de futebol da copa pra pleidisteithio um.

Resolvi colocar as músicas temas das ultimas copas do mundo aqui. Espero que gostem!

Copa do Mundo de 98 –

Tubthumping (I Get Knocked Down) – Chumbawamba

Copa do Mundo de 2002

Copa do Mundo de 2006

Copa do Mundo de 2010

As de 02 e 06 são até bacanas mas não se comparam a de 98 😀

Espero que o Brasil faça uma música boa em 2012, mas (desculpem os que gostam) não coloquem só samba, please!