Faz realmente MUITO tempo que não posto no blog, esse com certeza foi meu recorde de hiato. É aquela velha história: fazer vídeos, mestrado, mulheres e vídeo-game… Não sobra tempo para o bom da vida, escrever nerdisses.

Pois bem, já há algum tempo eu estava pensando uma coisa muito séria.

A academia.

Não falo daquela que eu freqüento, cheia de livros empoeirados e professores barrigudos. A academia que eu queria falar tem coisas pesadas, máquinas que podem te matar, homens-coxinha, aquelas músicas estranhas e mulheres padrão photoshop.

E também não quero dizer que eu vou fazer academia, mais sim falar sobre ela.

Depois que minhas aulas de educação física no ensino médio deixaram de ser obrigatórias, decidi que a vida sedentária era a melhor escolha possível. E desde então cumpro esse sacrifício assiduamente.

Até que um dia, por influência de amigos e da namorada na época, acabei indo pra academia, malhar. Experimentar só por um dia, já que no fim das contas sou um cara de ideais.

Já de cara fiquei longe daqueles pesos complicados e me restringi a malhar as pernas, para diversão dos meus amigos-homem-coxinha.

“Frutinha”

Frutinha é o caralho, se um dia tretasse com alguém ou um ladrão quisesse me assaltar e tivesse que sair no braço com o cara provavelmente eu perderia minha inocência. Mas se eu tivesse pernas preparadas, correr me garantiria uma maior possibilidade de poder contar a história para meus netos.

E outra coisa, se vivêssemos num mundo pós-apocalíptico infestado por zumbis ou mesmo zergs, a lei da selva estaria do lado das pessoas que correm e não das que ficam.