Esse post é dedicado à minha apresentação de monografia:

Através do desenvolvimento de novas tecnologia, especialmente na área de produção audiovisual (barateçaõ de equipamentos, interfaces intuitivas) novas maneiras de interligar espectador e sistemas vêm sendo configuradas. Para isso, sistemas hipermidiáticos trabalham com a interatividade.

Dentro das possibilidades da interação reativa, imaginou-se o vídeo interativo, onde o espectador torna-se espectador-usuário e pode escolher qual caminho da história seguir. Determinando como a história continua e como ela termina.

ETAPA I (definação do lugar em que o link deveria ser inserido)

Baseando no paradoxo ou Estrutura de Ação Dramática desenvolvida por Syd Field, a história constitui-se de três atos: ato de apresentação, confrontação e resolução.

Segundo Field, na passagem entre um ato e outro deve haver uma reviravolta dramática (ponto de virada), um momento crítico, que em inglês chama-se “plot point”. É nesse momento que o link entra. Assim, através da decisão do espectador, o vídeo toma um rumo ou outro,

Estrutura do Roteiro Cinematográfico Clássico Segundo Syd Field

Através do paradoxo de Field, é possível elaborar uma nova estrutura para a narrativa interativa, no gráfico abaixo, as vertentes da narrativa nascem a partir de pontos bem definidos e a história divide-se em várias vertentes, possibilitando muitos finais.


Estrutura do Roteiro Cinematográfico Interativo baseado na estrutura clássica de Syd Field

ETAPA II (Desenvolvendo as características do link)

Desenvolveu-se três tipos de link para o vídeo interativo. Nos dois primeiros vídeos (Diálogo e Ação VATS) a imagem pára e o espectador escolhe.

No terceiro (Ação RE4), se o espectador não escolher a tempo, o sistema segue por um caminho pré-estabelecido.

Modelo de Diálogo

Modelo de Ação VATS

Modelo de Ação RE4