Tenho uma dificuldade pra achar Wallpapers dos jogos que eu gosto. Mais ainda pra encontrar em 1600 x 900.
Por isso acabei adaptando alguns. Espero que gostem.
novembro 5, 2010
outubro 21, 2010
A Rainha de Copas desaparece do baralho de cartas e o Rei decide encontrá-la nem que isso leve a uma guerra.
Rainha de Copas foi um trabalho que comecei a desenvolver em Janeiro de 2010, foram 5 dias de gravação utilizando cartas de baralho, cartas do jogo de tabuleiro de War II (risk, em inglês) e massa de modelar para as cartas ficarem em pé.
Depois de gravado, começou o trabalho de edição bruta em que juntavam-se todas as fotos no programa de edição de vídeo Sony Vegas. Dependendo da cena, o FPS (quadros por segundo, do inglês frames per second) variou de 4 à 16 dependendo da cena.
A dublagem foi meu maior problema, pois estava em dúvida se fazia dublagem com pessoas normais, fazia vozes incompreensíveis ou mesmo se usava vozes dos personagens de cinema para cada carta. Só em Setembro decidi usar vozes de pessoas e comecei a fazer o trabalho de dublagem, demorou uns 4 dias e 6 amigos pacientes. Paralelamente fiz os efeitos de “explosão”, “sangue”, “fumaça” e “tiro” usando o after effects e o Photoshop.
As músicas tem direitos autorais livres e foram encontrados em sites especializados, como o incompetech.
Mas por fim está aí. Um trabalho do qual gosto muito, achei que ficou meio longo para o Youtube, mas como curta-metragem está OK. Espero que gostem!
Curiosidade: Eu havia gravado algumas cenas de futebol em Stop Motion, essas cenas seriam passadas paralelamente à aventura das cartas mas decidir retirar da edição final para encurtar o vídeo.
Se gostarem, por favor, comentem.
Se não, comentem também!
setembro 3, 2010
Não existe e nem vai existir a Televisão Interativa. O que poderemos ter futuramente é a televisão digital. Uma televisão que terá maior diversidade de canais, melhor qualidade de imagem, mobilidade e portabilidade. Só.
A interação que todos ambicionam está em sua melhor forma, única e exclusivamente, dentro do âmbito da internet (e crescendo progressivamente). Na internet temos milhares de usuários que criam conteúdos simultaneamente. Todo usuário de internet é um criador de conteúdo em potencial.
Do outro lado, a criação de conteúdo na “televisão interativa” se restringe apenas aos produtores do canal. Todo conteúdo interativo que o produtor criar é limitado pela capacidade e tempo de criação que uma pessoa ou uma equipe pode ter.
Na internet, todos são criadores, todos são interligadores de conteúdo. Pessoas gostam de conteúdos, comentam, interagem, repassam para outras pessoas. Grupos segmentados se conhecem através de interesses comuns, compartilham e desenvolvem novos conteúdos. Na televisão pessoas assistem conteúdos que outras pessoas produziram.
Por mais que a televisão tenha 50, 100 ou mesmo 500 canais. Com grades diversificadas. É incapaz de chegar perto dos milhares de vídeos enviados diariamente em canais na internet, como o Youtube. No youtube podemos comentar no vídeo do outro, inscrever-se no canal dele, trocar vídeos… na televisão não.
Diz-se que quando o espectador se interessa por algo que assistiu na “televisão interativa” ele terá a oportunidade de se aprofundar mais no conteúdo, a partir de um comando simples no controle remoto. Mas novamente, esse conteúdo mais aprofundado é restrito à capacidade de criação de um grupo de comunicação específico. E não há como competir com a capacidade de criação de milhares de pessoas na internet, que criam conteúdos multimídias, seja audiovisual ou textual, tudo ao mesmo tempo.
Sistemas de buscas no ciberespaço cumprem hoje o que nossos teóricos da televisão interativa não vão conseguir desenvolver em 100 anos, e não é questão apenas de desenvolver, mas sim de popularizar um novo sistema para os espectadores: uma tradição que a internet conseguiu fazer em 20 anos.
Hoje o internauta assiste um vídeo sobre carros no youtube, pesquisa sites que falam sobre carros no Google, procura em sites que mostram imagens, números, opiniões de pessoas que já tem o carro. Descobre que no mercado livre 16 usuários vendem esse modelo, cada um com o seu preço. Manda por e-mail, messenger ou twitter para um amigo que está interessado em comprar carros. Isso é a verdadeira interação e democratização que a televisão interativa nunca vai alcançar. Isso porque a televisão é parcial. Se o desenvolvedor da “interação” na televisão vendesse o mesmo carro, não colocaria várias possibilidades de preço.
Esqueçam a TV interativa, deixem a TV fazer o que ela sabe de melhor. A TV opera em um ambiente de conforto, o espectador quer apenas sentar e ver o que passa e não ficar clicando pra lá em pra cá. Na televisão, o espectador é muito mais tolerável a continuar assistindo um programa desinteressante. Na internet não. Ninguém consegue, por exemplo, assistir 3 minutos de propaganda em algum site de vídeo. Ninguém mesmo é capaz de assistir longos vídeos na internet, isso é coisa da televisão.
Deixemos cada plataforma lidar com o que sabe de melhor, inovação tecnológica não é motivo de banalização tecnológica. Vamos otimizar nosso tempo sinergizando a tecnologia e não misturando água em óleo.
julho 18, 2010

Faz realmente MUITO tempo que não posto no blog, esse com certeza foi meu recorde de hiato. É aquela velha história: fazer vídeos, mestrado, mulheres e vídeo-game… Não sobra tempo para o bom da vida, escrever nerdisses.
Pois bem, já há algum tempo eu estava pensando uma coisa muito séria.
A academia.
Não falo daquela que eu freqüento, cheia de livros empoeirados e professores barrigudos. A academia que eu queria falar tem coisas pesadas, máquinas que podem te matar, homens-coxinha, aquelas músicas estranhas e mulheres padrão photoshop.
E também não quero dizer que eu vou fazer academia, mais sim falar sobre ela.
Depois que minhas aulas de educação física no ensino médio deixaram de ser obrigatórias, decidi que a vida sedentária era a melhor escolha possível. E desde então cumpro esse sacrifício assiduamente.
Até que um dia, por influência de amigos e da namorada na época, acabei indo pra academia, malhar. Experimentar só por um dia, já que no fim das contas sou um cara de ideais.
Já de cara fiquei longe daqueles pesos complicados e me restringi a malhar as pernas, para diversão dos meus amigos-homem-coxinha.
“Frutinha”
Frutinha é o caralho, se um dia tretasse com alguém ou um ladrão quisesse me assaltar e tivesse que sair no braço com o cara provavelmente eu perderia minha inocência. Mas se eu tivesse pernas preparadas, correr me garantiria uma maior possibilidade de poder contar a história para meus netos.
E outra coisa, se vivêssemos num mundo pós-apocalíptico infestado por zumbis ou mesmo zergs, a lei da selva estaria do lado das pessoas que correm e não das que ficam.

junho 23, 2010
Copa do mundo tem tanta coisa boa n’é?
Tem futebol, tem mulheres, tem a porra daquelas vuvuzelas, tem o bolão do C.A de comunicação…
E tem esse monte de gente diferente de todos os cantos do mundo reunidos em um só lugar!
Nome é uma coisa interessante, cada cultura cria uma fonética, uma maneira de escrever e de inventar nomes. Pensando nisso eu resolvi separar os nomes de alguns jogadores da copa baseado nos estereótipos que cada país tem, e acredito que o resultado tenha saido muito interessante!
Espero que gostem!
Francisco RODRIGUEZ México
Rodolfo GAMARRA Paraguai
Deco Portugal
Amado GUEVARA Honduras (cara de nordestino da porra)
Wayne ROONEY Inglaterra
Federico MARCHETTI Itália
Shunsuke NAKAMURA Japão
Jon Dahl TOMASSON Dinamarca
Radoslav ZABAVNIK Eslováquia
Pedro Espanha
Michael BRADLEY EUA
Mathieu VALBUENA França

Georgios KARAGOUNIS Grécia
Rafael VAN DER VAART Holanda
Alexis SANCHEZ Chile
KIM Kyong Il Coréia do Norte
Gilberto SILVA Brasil
Siphiwe TSHABALALA África do Sul
Hans Joerg BUTT Alemanha
Rafik SAIFI Argélia
Carlos TEVEZ Argentina
maio 25, 2010
Hoje de manhã a Thalyta estava fazendo um trabalho pra aula e me pediu que eu respondesse um questionário sobre pessoas que produzem curta-metragens. Como também estava precisando postar algo no blog, acabei fazendo um pensando no outro e o outro pensando n’um.
bom, aí vai, espero que gostem!
QUESTIONÁRIO PRODUTORES DE AUDIOVISUAL

Nome: Maurício Falchetti Idade: 22 Formação/escolaridade: Ensino Superior (Comunicação Social?Radialismo) / Mestrando (Estudos em Cultura Contemporânea) Profissão: Pesquisador de Redes Sociais e Cibercultura, Editor de vídeo.
Vídeos produzidos:
Meus últimos vídeos são: Dona Francisca, A caixa mágica, Rainha de copas, Eram os deuses astronautas 1 e 2, Homo Omissus, Colapso narciso, Sete palmos acima, O vencedor é, Isso tudo é sobre retratos, O menino e a pipa, Benzeções de São Pedro, Diego e Ronaldinho: dois filhos de Francisco, Vinho, Carnaval em Sinop, A sensação do cigarro, Vocare, Se o rádio não Toca, Live and Death fo the Phanton cat, Matador II, Mini Transformers, Piloto de Vídeo, Apertamento, Big Brother Animal, A encantadora de baleias,
1. Há quanto tempo trabalha com audiovisual?
Desde 1998, comecei com vídeos em power point e em 2001 ganhei minha primeira filmadora.
2. Como financia seus vídeos?
Captação de dinheiro alternativa, rifas, venda de camisetas, patrocínio de empresas.
3. Enfrenta alguma dificuldade para produzir e divulgar seus vídeos?
Tanto produção quanto exibição dos meus trabalhos operam no circuito alternativo, existem muitas pessoas interessadas em promover esse tipo de trabalho, que fazem pelo amor à arte, e acreditam que seu trabalho pode um dia gerar sustentabilidade. A UFMT aparece nesse processo como um meio fomentador, que cede força de trabalho, equipamentos e estrutura para produção e exibição dos vídeos.
4. A Lei de incentivo à cultura e o Fundo Estadual de Cultura são suficientes para incentivar/promover o audiovisual em Mato Grosso?
Incentivo à cultura através do Estado é um meio para a produção, mas acredito que não devemos ser dependentes dele. Dizer que não temos incentivo estatal não pode ser desculpa para não produzir. Criar uma cultura de consumo na sociedade, que pague para ver é o melhor caminho. Espelhado no modelo americano, percebemos que o cinema de Bollywood se mostrou capaz disso: produzir vídeos que se autofinanciem. Desenvolver algo que renda é muito mais importante do que pedir esmola ao estado, dinheiro que em sua maioria acaba indo para o bolso dos que se dizem fomentadores do audiovisual, que as vezes nem se quer terminam de produzir o que começaram, ou pior, arquivam o trabalho, que é exibido apenas para a poeira e ácaros. Se o estado pode apoiar, não é queimando dinheiro com produtores corruptos. Não gosto de utilizar metáfora em meus textos, mas da mesma maneira que “não se dá peixe, se ensina a pescar”, temos que ensinar a fazer com que vídeos aprendam a ganhar dinheiro, e isso pode acontecer criando uma estrutura que fomente a exibição das produções culturais, e não estou falando da elite, estes já vão à cinemas dos shopping centers, mas possibilitar a inserção do cinema em bairros marginais, ao custo simbólico de 1 real, por exemplo, não é boa-ação, mas sim dever dos produtor cultural.

5. Tem algum site para divulgação das obras? Qual(s)?
Alguns dos meus vídeos podem ser acessados no meu canal do Youtube
6. Entre os vídeos que produziu, qual é o preferido? Está disponível em algum site? Qual?
Entre os meus vídeos preferidos, estão: O Vencedor é, Dona Francisca e Isso tudo é sobre retratos, que podem ser vistos no meu canal do Youtube, já vídeos mais atuais ainda não foram para a internet por estarem participando de festivais de curta-metragens.
maio 17, 2010
Li esse artigo nesse site e achei muito válido para aspirantes à roteiristas como eu, pois fala de histórias padrões para qualquer filme, que podem garantir um público interessado em assistir o filme até o final. O artigo estava em inglês estão tive que traduzir, espero que gostem do texto e que minha tradução não tenha ficado tão ruim.
As cinco histórias básicas que podem otimizar o seu discurso.
Traduzido do artigo de Nick Morgan (12 de Maio de 2010)
A cultura a que todos estamos imersos pode ajudar o palestrante diante de uma platéia a ter um discurso convincente – algumas histórias que já estão prontas no inconsciente de qualquer platéia. Usar estas histórias garantirá ao seu discurso força para conectar imediata e profundamente qualquer audiência.
Há cinco histórias básicas: a busca, o estranho em um lugar estranho, o pobre que se torna rico, a história de amor e a vingança.
A busca
As pessoas se interessam pela busca porque sempre se identificam com o herói e sabemos como a história termina. Cuidamos do nosso próprio negócio e vivemos uma vida normal até que algo chega para virar nossa vida de cabeça pra baixo. O império mata nossos tios e somos forçados a sair do conforto do nosso ambiente para encontrar Obi-Wan Kenobi. Ao longo do caminho, encontramos um mentor, alguém que tem um importante conhecimento como lutar com sabres de luz e que nos treinará para ter essa habilidade. Passamos por aventuras apavorantes, testes e obstáculos feitos para revelar nosso valor. Nós seguimos em frente, porque sabemos que no final teremos a esperada recompensa, que será algo muito legal, como o Santo Graal, um pote de ouro ou um reino inteiro.
Buscas são histórias certas para quando seu público precisa trabalhar duro para conseguir algo, e você tem que prepará-los para superar a decepção e continuar, não desistir no primeiro desafio.
O estranho em um lugar estranho.
O estranho que chegou a um lugar novo, talvez um país estrangeiro ou a um novo planeta, e tem que aprender as regras, a língua, antes que algo faça isso primeiro. Esta história fala sobre autoridade e é útil para quando precisar contar algo sobre confrontar uma nova economia ou situação onde as regras mudaram e modos antigos não funcionam mais. A história do estranho em um lugar estranho prepara seu público para alcançar a autoridade.
O pobre que se torna rico.
Essa história já é conhecida por quem já ouviu o conto do valente alfaiate que com um feijão mágico e bastante inteligência derrotou o gigante e ganhou um castelo com muito ouro. É uma boa história para contar a pessoas normais que querem um dia ter sucesso.
Empresários e pequenas empresas convivem tanto com esse tipo de história que provavelmente não têm idéia disso.
A história de amor.
Meninos que encontram meninas e se apaixonam. Um menino que arranja uma namorada, mas por algum motivo a perde e tem que lutar para consegui-la de volta. Essa forma de história já é conhecida para quem assistiu alguma comédia romântica Hollywoodiana ou leu uma novela romântica. Histórias de amor estão presentes nos negócios atualmente, como em fusões e parcerias entre empresas. Assim como um romance, haverá problemas, e essas empresas terão que aprender com os altos e baixos ao longo do caminho para que não se separem e cresçam.
A vingança.
Histórias de vingança imediatamente nos fascinam e ao mesmo tempo nos deixam desconfortáveis. Elas são confusas e mechem com emoções que não gostamos de admitir, mas são muito poderosas. Vingança é um grande caminho para que funcionários demitidos resolvam montar uma empresa para competir… e podem até se destacar mais.

Use essas histórias para fazer com que seu público rapidamente entenda seu ponto de vista. Não seja explícito a ponto de dizer que você está fazendo isso, apenas siga essas fórmulas que você conseguirá a atenção deles. Elas são tão poderosas porque fazem parte de cada cultura e seu público não perceberá quando você utilizar dessa estratégia, pois pensarão que o que você está dizendo é como deve ser.
maio 13, 2010
Uma das versões que explicariam o surgimento da expressão “Nerd” surgiu no final da década de 50, onde alguns estudantes do MIT (Massachussets institute of technology ou Instituto de Tecnologia de Massachusetts; em português) teriam o hábito de chamar outros estudantes mais aplicados de knurd, (palavra escrita ao contrário de drunk, que em inglês significa bêbado) “fazendo uma clara analogia inversa sobre aqueles que não estudam e ficam bêbados em oposição aos que estudam e não se embriagam”. Há alguns que dizem que esse mesmo termo derivado do knurd veio da RPI (Rensselaer Polytechnic Institute ou em português: Instituto politécnico de Rensselaer). Segundo Pereira, o termo Nerd surgiu no Canadá, em um departamento da companhia Northern Electric (atual Nortel) chamado Northern Electric Research and Development (NERD), onde os cientistas dedicavam horas e ás vezes passavam noites acordados no laboratório estudando e pesquisando.
Desde então esse termo foi estereotipado às pessoas que não tinham vida social e dedicavam toda a sua existência ao estudo. Nas décadas de 80 e 90, através dos filmes com temática adolescente, o preconceito com essas pessoas atingiu seu auge, fazendo com que ninguém tivesse o interesse em ter esse estereótipo intelectual conseqüentemente anti-social.
Com a popularização da tecnologia no final da década de 90, o termo Nerd foi sendo substituído pelo Geek, na qual o interessado em tecnologia teria também uma vida social. Esse termo também pode ser desmembrado em várias sub-categorias, destacando-se: o propriamente dito Geek, interessado em tecnologia, ciência e informática, o gamer, que corresponde aos aficionados por jogos eletrônicos, os Fanbase ou Fandom[1], que são indivíduos fãs de uma determinada obra cultural, como programas de televisão, séries, filmes, literatura ou quadrinhos.
maio 9, 2010
Essa foi idéia do meu amigo Vitor Torres, gostei tanto que resolvi espalhar a idéia. espero que curtam!